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Associação Cultural e Espaço de Intervenção Social
Saco de Gatos vai encerrar no dia 31 de Março de 2019 porque:

  • 1° A senhoria, ao fim de 12 anos, comunicou por carta que não quer renovar o contrato de arrendamento (posteriores contactos foram em termos incomportáveis);
  • 2° A Associação entende que não faz sentido existir noutro espaço e que o fim deste (Gato Vadio) será o fim da mesma;
  • 3° A Câmara Municipal não tem uma política séria e activa de protecção dos habitantes, das associações e de outros actores da cidade que querem viver no centro - entre os turistas.

Jornal Mapa nº18

Na nossa montra, no suspenso espaço expositivo,
está já o mais recente 
Jornal Mapa (nº 18, Novembro-Janeiro).

Um olhar sobre racismo e habitação: histórias de bairros de exclusão, como as Pedreiras, em Beja, no quadro da histórica perseguição à comunidade cigana; e a publicação de uma carta dos moradores do bairro 6 de Maio, na Amadora. Notícias da gentrificação e da sua resistência, no Porto, com um foco ainda no movimento de ocupações que nessa cidade, e em Lisboa, ressurge. Neste MAPA continuamos a alertar sobre a mineração no mar dos Açores e olhamos o mar como a última fronteira do capitalismo, também através do turismo. Reflectimos sobre incêndios e, em entrevista a Jorge Leandro Rosa, pensamos para que serve o catastrofismo oficial. Destaque ainda à situação das mulheres no sistema prisional português, sem esquecer os centros de detenção de imigrantes. Não podíamos deixar de abordar a Catalunha e, por entre crónicas – sobre o trabalho voluntário, o privilégio branco, o transhumanismo russo ou a história de Eugenio Granell, o homem que queria ser índio –, podes encontrar outras notícias e apontamentos de música, teatro e exposições.

As nossas estantes, nos vários exclusivos,
receberam esta semana mais uma publicação d
 Pedro Barbosa:
EM NOME DO COSMOS 3 - Miragem: estrela Antares
(crónica de um contacto extraterrestre)

Este é o terceiro de uma série de 5 volumes que relatam uma árdua experiência de contacto alienígena vivenciada pelo autor ao longo de quinze anos, entre 2002 e 2017. O ano de 2005, por onde se inicia esta crónica, constitui o período mais paradoxal, mas também o da tomada de consciência da sua natureza extraterrestre e interdimensional. Tudo será gradualmente ilustrado com documentos áudio e vídeo, bem como por objectos não identificados, testes laboratoriais, relatórios médicos e clínicos, entre outros.
Neste 3º volume será apresentada uma imagem absolutamente inédita de um planeta extra-solar na órbita de uma estrela do sistema de Antares: precisamente a imagem de uma base de abastecimento das naves-mãe que chegam até nós. O leitor atento decidirá da sua credibilidade, ou não, em função de todo o contexto apresentado...
O autor está convicto de que tais provas em sua posse, fruto de morosa pesquisa desenvolvida em paralelo com a sua vivência pessoal, poderão esclarecer largamente o lugar do ser humano no Universo.

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