Quantas vidas tem um Gato?

Os menos distraídos podem ter reparado que depois de tanto escarcéu afinal o Gato Vadio não bateu com a porta. Longas reuniões e assembleias, com direito a algumas bufadelas e arranhadelas, a gataria não descansou.... Afinal existiam pessoas associadas inconformadas com as notícias do fecho que se uniram pela vontade de manter o Gato. Vai-se a ver e o incumprimento dos prazos legais de aviso de não-renovação do contrato permitiu ficar tal e qual.... e há a esperança que se mantenha até dezembro de 2019.

A solução?
Não é mais do que o processo já em curso: 12 vadios, novos e velhos, chegaram-se à frente para garantir a maioria das tarefas e turnos necessários à abertura do Gato nos próximos meses. Velha guarda e sangue novo – uns mais cépticos, outros mesmo cáusticos – a experimentar outras formas de cuidar da associação mantendo a sua natureza vadia.

Vão ter de nos continuar a aturar por cá! E depois logo se vê.

O Gato Vadio está vivinho da silva e recomenda-se – já perdemos a conta às vidas que passaram.
Por isso aparece, maldiz, propõe, ronrona, associa-te.... faz-te Vadio! - Saco de Gatos
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Jornal Mapa nº18

Na nossa montra, no suspenso espaço expositivo,
está já o mais recente 
Jornal Mapa (nº 18, Novembro-Janeiro).

Um olhar sobre racismo e habitação: histórias de bairros de exclusão, como as Pedreiras, em Beja, no quadro da histórica perseguição à comunidade cigana; e a publicação de uma carta dos moradores do bairro 6 de Maio, na Amadora. Notícias da gentrificação e da sua resistência, no Porto, com um foco ainda no movimento de ocupações que nessa cidade, e em Lisboa, ressurge. Neste MAPA continuamos a alertar sobre a mineração no mar dos Açores e olhamos o mar como a última fronteira do capitalismo, também através do turismo. Reflectimos sobre incêndios e, em entrevista a Jorge Leandro Rosa, pensamos para que serve o catastrofismo oficial. Destaque ainda à situação das mulheres no sistema prisional português, sem esquecer os centros de detenção de imigrantes. Não podíamos deixar de abordar a Catalunha e, por entre crónicas – sobre o trabalho voluntário, o privilégio branco, o transhumanismo russo ou a história de Eugenio Granell, o homem que queria ser índio –, podes encontrar outras notícias e apontamentos de música, teatro e exposições.

As nossas estantes, nos vários exclusivos,
receberam esta semana mais uma publicação d
 Pedro Barbosa:
EM NOME DO COSMOS 3 - Miragem: estrela Antares
(crónica de um contacto extraterrestre)

Este é o terceiro de uma série de 5 volumes que relatam uma árdua experiência de contacto alienígena vivenciada pelo autor ao longo de quinze anos, entre 2002 e 2017. O ano de 2005, por onde se inicia esta crónica, constitui o período mais paradoxal, mas também o da tomada de consciência da sua natureza extraterrestre e interdimensional. Tudo será gradualmente ilustrado com documentos áudio e vídeo, bem como por objectos não identificados, testes laboratoriais, relatórios médicos e clínicos, entre outros.
Neste 3º volume será apresentada uma imagem absolutamente inédita de um planeta extra-solar na órbita de uma estrela do sistema de Antares: precisamente a imagem de uma base de abastecimento das naves-mãe que chegam até nós. O leitor atento decidirá da sua credibilidade, ou não, em função de todo o contexto apresentado...
O autor está convicto de que tais provas em sua posse, fruto de morosa pesquisa desenvolvida em paralelo com a sua vivência pessoal, poderão esclarecer largamente o lugar do ser humano no Universo.

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