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Associação Cultural e Espaço de Intervenção Social
Saco de Gatos vai encerrar no dia 31 de Março de 2019 porque:

  • 1° A senhoria, ao fim de 12 anos, comunicou por carta que não quer renovar o contrato de arrendamento (posteriores contactos foram em termos incomportáveis);
  • 2° A Associação entende que não faz sentido existir noutro espaço e que o fim deste (Gato Vadio) será o fim da mesma;
  • 3° A Câmara Municipal não tem uma política séria e activa de protecção dos habitantes, das associações e de outros actores da cidade que querem viver no centro - entre os turistas.

Flauta de Luz – N.º 5

Na Livraria...

  Flauta de Luz – N.º 5  

Edição e coordenação Júlio Henriques
 
Design gráfico Gonçalo Mota
Desenho de capa Miguel Carneiro

Artigos de Agustín García Calvo | Ailton Krenak | Álvaro Fonseca | Ana Cardoso Pires
 Ana Marques | Ana Tomás | Anselm Jappe | António Cândido Franco
 Daniel Munduruku | David Watson | Debra Harris | Dilar Dirik
 Eduardo Viveiros de Castro | Fernando Gonçalves | Eliane Potiguara
 Emanuel Cameira | Felipe Milanez | Georges Lapierre | Grupo Oblomoff
 Henry David Thoreau | Jesús Sepúlveda | Joëlle Ghazarian | Jorge Leandro Rosa
Júlio Henriques | Macedonio Fernández | Maria de Magalhães Ramalho
Paulo Barreiros | Paulo Ramalho | Pedro Fidalgo
Pedro Garcia Olivo | Phil Mailer | Quim Sirera

Questão prévia: a Técnica não é neutra.
Ela é mesmo a mais forte dimensão do poder no mundo actual, poder que congrega, totalmente imbricados, o Estado e as corporações empresariais. O desenvolvimento das novas tecnologias é um eufemístico heterónimo do capitalismo. E o presente fascínio com estas coisas é a forma contemporânea de uma interiorização mais densa e problemática das relações mercantilistas. Este número procura contribuir para tornar mais compreensível a relação profundamente contraditória entre o desenvolvimento demencial da tecnociência e a resistência inquebrantável dos povos indígenas aos ditames da cultura dominante, resistência esta cujas ramificações têm tudo a ver com a nossa própria condição de matéria-prima humana.

Os trabalhos de colaboradores portugueses e internacionais detêm-se em diversos aspectos deste relacionamento discrepante, de que estão a surgir, em variados pontos do mundo, novas expressões da luta contra a domesticação dos indivíduos.
De realçar, neste número, uma maior participação de colaboradores brasileiros, em texto e imagem, bem como de autores do Quebeque.

Os trabalhos publicados incluem ensaio, literatura e poesia, e a revista atribui muita importância à fotografia, ao desenho e à pintura.

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