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Associação Cultural e Espaço de Intervenção Social
Saco de Gatos vai encerrar no dia 31 de Março de 2019 porque:

  • 1° A senhoria, ao fim de 12 anos, comunicou por carta que não quer renovar o contrato de arrendamento (posteriores contactos foram em termos incomportáveis);
  • 2° A Associação entende que não faz sentido existir noutro espaço e que o fim deste (Gato Vadio) será o fim da mesma;
  • 3° A Câmara Municipal não tem uma política séria e activa de protecção dos habitantes, das associações e de outros actores da cidade que querem viver no centro - entre os turistas.

02 a 05 de Novembro | CenasVariadas | GuitarraClássica| CineAutor | CineSemFronteiras

 Quinta 02 de Novembro, 21:30h 

O tempo que resta
(Le temps qui reste)
Melvil Poupaud
 2005, 1h17m 

Romail é um jovem fotógrafo de moda.Com um apartamento moderno, uma relação estável e uma carreira em ascensão, nada parece faltar-lhe. Até que, durante uma sessão de fotografia, desmaia subitamente.Os receios de ter contraído SIDA são ensombrados por um diagnóstico ainda mais brutal: um cancro em fase avançada e terminal.

 Sexta 03 de Novembro, 21:30h 
recital de guitarra clássica por Francisco Berény
com música de Bach, Napoleon Coste e Léo Brouwer...


Notas biográficas - Francisco Berény nasceu em 1995 no Porto e iniciou os seus estudos musicais aos 11 anos.
Francisco participou em concursos onde obteve alguns prémios: 3º prémio na categoria superior do Concurso Internacional de Almada, 3º prémio no Concruso Internacional de Leiria, 2º prémio no Concurso Internacional do Fundão e Menção Especial do Juri na IV Mostra Musical de Villagarcia de Arousa.
De momento frequenta o primeiro ano do Mestrado em Ensino de música na vertente de guitarra clássica na Universidade de Aveiro com o professor Pedro Rodrigues.

 Sábado 04 de Novembro, 17:30h 

José Paulo Santos
apresenta cinema de autor:

FILME DOCUMENTAL - "...além da sala de espera" (28:30)
Sinopse:«Arte e artificialidade, cura e alimentação, conhecimento e não-conhecimento têm de abandonar o negócio e o sistema de mediocridade, de rebaixamento e inferioridade para que a ideia de vida possa ser mantida. Onde começa essa visão mística e criadora de ideal, se não na Eremitagem, com a natureza espiritual? Longe do tédio, uma das piores mortes do ser humano. Com «... além da sala de espera», um filme documental, a fome da alma atormentada tem um vislumbre do ideal. Levanta-se e torna-se novamente linguagem.»
Seleccionado entre 2015 e 2017 para 14 festivais internacionais, tendo recebido uma menção honrosa no Art Tur (Porto), um certificado de excelência em Nova Delhi (índia) e um voto de louvor por parte da autarquia de Vila Real.


FILME FICÇÃO "Circunstâncias" (7:30)
Sinopse: «A morte de um ente querido lembra-nos de quão efémera é a vida. Quem é que nunca ouviu num funeral a expressão “Temos de nos encontrar em outras circunstâncias”? Circunstâncias felizes, claro está! Os funerais tornaram-se o momento para nos reunir, abraçar e dizer uns aos outros que nos amamos, para, de seguida... desaparecermos novamente nas nossas vidas de subproduto de viver de salário em salário e mês a mês. Até o próximo funeral – Circunstância, afinal em que se celebra a vida.»
Seleccionado para 3 Festivais Internacional de Cinema


FILME FICÇÃO "Observador" (1:00)

Sinopse: «Ao vê-las caminhar sabe o que vê – já viram tudo; têm pressa; querem observar a próxima aldeia. E ele, que não vai a lado algum, sabe quanto tempo demorarão e está certo porque observa devagar o tempo de quem vagueia. Observador é uma curta-metragem de 1 minuto que invoca a observação sensorial.»
Seleccionado para 2 Festivais Internacionais de Cinema

 Sábado 04 de Novembro, 21:30h 
filmes comentados da África e do Médio Oriente
 Cinema Sem Fronteiras 
    apresentados pela Refugees Welcome Porto
em colaboração com o Centro de Estudos Africanos
Nesta primeira sessão será projectada uma entrevista realizada em 2016 com a líder do Movimento Social de Rojava, Sinam Mohammed, que expõe a situação da região na época. A entrevista será seguida de uma conversa com dois investigadores do Centro de Estudos Africanos, Maciel Santos e Marco António, com o intuito de trazer à tona as mudanças pelas quais a região de Rojava passou desde então.

Repete no primeiro sábado de cada mês.

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