Quantas vidas tem um Gato?

Os menos distraídos podem ter reparado que depois de tanto escarcéu afinal o Gato Vadio não bateu com a porta. Longas reuniões e assembleias, com direito a algumas bufadelas e arranhadelas, a gataria não descansou.... Afinal existiam pessoas associadas inconformadas com as notícias do fecho que se uniram pela vontade de manter o Gato. Vai-se a ver e o incumprimento dos prazos legais de aviso de não-renovação do contrato permitiu ficar tal e qual.... e há a esperança que se mantenha até dezembro de 2019.

A solução?
Não é mais do que o processo já em curso: 12 vadios, novos e velhos, chegaram-se à frente para garantir a maioria das tarefas e turnos necessários à abertura do Gato nos próximos meses. Velha guarda e sangue novo – uns mais cépticos, outros mesmo cáusticos – a experimentar outras formas de cuidar da associação mantendo a sua natureza vadia.

Vão ter de nos continuar a aturar por cá! E depois logo se vê.

O Gato Vadio está vivinho da silva e recomenda-se – já perdemos a conta às vidas que passaram.
Por isso aparece, maldiz, propõe, ronrona, associa-te.... faz-te Vadio! - Saco de Gatos
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(H) à Deriva na nossa livraria!

 há livros do Brasil,
Livros Deriva!

Internacional Situacionista – Deriva, Psicogeografia e Urbanismo Unitário

Os situacionistas chegaram a uma convicção exatamente contrária àquela dos arquitetos modernos. Enquanto estes acreditavam em um primeiro momento, que a arquitetura e o urbanismo poderiam mudar a sociedade, os situacionistas estavam convictos de que a própria sociedade deveria mudar a arquitetura e o urbanismo.

Tesoura para Todas: violência machista nos movimentos sociais

"Tesouras para Todas" é uma ferramenta coletiva, uma arma lançada para a reflexão, o debate e a ação contra as agressões. É preciso encorajar as mulheres a denunciar, atuar, responder e os grupos a autogestionarem a desconstrução do imaginário sexista que nos toca, nos alfineta e nos atravessa, e que ninguém espere ser iluminado porque não queremos assumir o papel de educadoras. Já chega de explicar, assinalar, escrever, justificar, propor... a violência machista nos tira a vontade de explicações minuciosas ao mesmo tempo em que aumenta o desejo de que exista solidariedade, ações e reações, sem que precisemos estar sempre presentes para visibilizá-la..

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