Quantas vidas tem um Gato?

Os menos distraídos podem ter reparado que depois de tanto escarcéu afinal o Gato Vadio não bateu com a porta. Longas reuniões e assembleias, com direito a algumas bufadelas e arranhadelas, a gataria não descansou.... Afinal existiam pessoas associadas inconformadas com as notícias do fecho que se uniram pela vontade de manter o Gato. Vai-se a ver e o incumprimento dos prazos legais de aviso de não-renovação do contrato permitiu ficar tal e qual.... e há a esperança que se mantenha até dezembro de 2019.

A solução?
Não é mais do que o processo já em curso: 12 vadios, novos e velhos, chegaram-se à frente para garantir a maioria das tarefas e turnos necessários à abertura do Gato nos próximos meses. Velha guarda e sangue novo – uns mais cépticos, outros mesmo cáusticos – a experimentar outras formas de cuidar da associação mantendo a sua natureza vadia.

Vão ter de nos continuar a aturar por cá! E depois logo se vê.

O Gato Vadio está vivinho da silva e recomenda-se – já perdemos a conta às vidas que passaram.
Por isso aparece, maldiz, propõe, ronrona, associa-te.... faz-te Vadio! - Saco de Gatos
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18 a 21 de Abril | VardaVive | . | ColectivosNUS | . | ACentenáriaBatalha

VARDA VIVE
Nas quintas de Abril e Maio
 Gato Vadio homenageia Agnès Varda
sempre pelas 21:30h, sempre com entrada livre.
 
 Quinta 18 de Abril, 21:30h  
 La Pointe-Courte
(1955) | 1h 26min 
Desenrolam-se duas narrativas se em separado. A primeira, uma espécie de documentário sobre os habitantes da pequena aldeia. A segunda, uma ficção sobre um casal em crise, tendo como pano-de-fundo a volta do protagonista a este mesmo local, onde nasceu e passou sua infância.

 Sexta 19 de Abril 
 17-24h
Livros ou Discos
Bolachas ou Licores
Cerveja ou Vinho a copo
ou uma longa e intensa conversa...

 Sábado 20 de Abril, 22:00h  
O Colectivos NUS
apresenta
Análise Instrumental / Deturpação Mecânica
Performance plástico-sonora

 

Colectivos NUS surge no Porto, 2018. Nasce dos ventos do delírio que aspiram a desconstruir as estruturas vigentes, partindo da premissa de que a arte pode ser criada a qualquer momento e em qualquer instância quotidiana. Propõem-se performances plástico-sonoras que desmantelem os contextos em que a arte se faz, proporcionando um encontro entre várias sensibilidades que buscam a não normatividade sonora e imagética. 
 

(Colectivo NUS - Mariana, Margarida, Laura, Raimundo)

 Domingo 21 de Abril 
 17-24h
Livros ou Discos
Bolachas ou Licores
Cerveja ou Vinho a copo
ou uma longa e intensa conversa...

Na nossa livraria,
O número do centenário de 
A Batalha
Nº 283 - Janeiro-Fevereiro

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