Dois Dias edições - as editoras pequenas também nas nossas prateleiras:

Dois Dias edições

as editoras pequenas também nas nossas prateleiras:
 

Para já para já – Vitor Silva Tavares
25, 26 Setembro 2012
DESENHO Inês Botelho, 2012, tinta-da-china e água sobre papel, dimensões originais 143x101cm
DESIGN Flatland design
Para já para já foi originalmente publicado pelo «Jornal do Fundão»,
composto e impresso nas suas oficinas em Novembro-Dezembro
de mil novecentos e setenta e dois.
500 exemplares
Offset e impressão tipográfica
32 pp.

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Época de Estranheza em Frente ao Mundo — Susana Gaudêncio
20, 21 Setembro 2012
TEXTOS  A conversa ou a utilidade da estranheza em frente ao outro, Sofia Gonçalves e Rui Almeida Paiva; Época de Estranheza em Frente ao Mundo, Susana Gaudêncio; Solilóquio: Movimento em que o livro se separa do seu leitor, Rui Almeida Paiva.
DESIGN  Flatland design
300 exemplares
Offset
128 pp.


 

26 a 30 março - Photobook Club, Pink Flamingos, RUI PENHA

26 quarta-feira
 21h30

 

Encontro do Photobook Club Porto 


Patrícia Vieira Campos vai apresentar o livro

FYFTY-ONE YEARS


do fotógrafo sul-africano David Goldblatt

 



 

27 quinta-feira
21h30 - gato vadio
 

Quintas de Março, D.Flagra apresenta...

Ciclo de Trash Filmes

 

Pink Flamingos

(1972) de John Waters. 


A luta de Divine contra Connie e Raymond Marble pelo título da “Pessoa Mais Suja Viva”. (1h 33m)


Evento Facebook
 



 

28 sexta-feira
17h - 24h

 

muito espaço para tertúlias espontâneas, reuniões privadas, encontros íntimos... 







 

29 sábado

17h


CONVERSAS COM COMPOSITORES PORTUGUESES CONTEMPORÂNEOS



1.ª Sessão 

RUI PENHA [n. 1981]


Em conversa com Pedro Junqueira Maia, serão escutadas várias obras do autor e abordado o seu pensamento composicional estético/técnico/etc...

A final, será interpretada ao vivo, pelo conceituado biselista António Carrilho, a obra "In many many ears" (2011), para flauta de bisel amplificada.

Evento Facebook

 



 

30 domingo
17-24h gato vadio



Pátio de sol












 





 



 












 







Na nossa livraria BOCA - palavras que alimentam




Também pode encontrar na nossa livraria:

Boca | BOCA - palavras que alimentam


Boca — palavras que alimentam, Lda. Editora portuguesa de audiolivros - obras de todos os géneros literários em formato Mp3 e CD, entre outros títulos:


Contatinas
Luís Correia Carmelo

TEXTOS, NARRAÇÃO, MÚSICA E CONCERTINA Luís Correia Carmelo
ACOMPANHAMENTO MUSICAL Nuno Morão


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Guia das Aves de Aquilino Ribeiro
Ana Isabel Queiroz (antologia e texto introdutório)

ILUSTRAÇÃO Maico (Carlos Pimenta)
MÚSICA ORIGINAL José Eduardo
Rocha (JER)
LEITURA Fernando Alves


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O Senhor Henri
Gonçalo M. Tavares

INTERPRETAÇÃO José Neves
SONOPLASTIA José Neves e Nuno Veiga
ILUSTRAÇÃO Luís Henriques

12 a 16 março uma semana com muito espaço para tertúlias espontâneas, reuniões privadas, encontros íntimos... o bom tempo convida

19 quarta-feira
 17-24h


Vadios

 


 



 

20 quinta-feira
21h30 - gato vadio
 

D.Flagra apresenta... ciclo de Trash Filmes

 


Rocky Horror Picture Show

(1975) de Jim Sharman





Um casal recém-casado pára numa estranha casa habitada pelo Dr. Frank-n-Further.
(1h 40m)
Evento Facebook
 



 

21 sexta-feira
22h - gato vadio

 

 

Estreia do novo filme de Luís Costa:

 

"Júlio, o poeta"  


com o poeta Júlio Alberto Allen Vidal, seguido de conversa com o Luís e o Júlio
























 

22 sábado

17h-24h - gato vadio
 



Conversas e autodefesa

 





 



 

23 domingo
17-24h gato vadio



Pátio de sol











 














 




 



FLAUTA DE LUZ. Boletim de Topografia

É o projecto editorial libertário de Júlio Henriques,  a partir do Alto Alentejo, por terras de Portalegre. 


Porque o nº 1 foi apresentado nas Jornadas da Soda Caustica de 2013, o nº 2 não podia deixar de ser 
lançado nas Jornadas da Soda Caustica de 2014.


12 a 16 março IV JORNADAS DA SODA CAUSTICA

“A absoluta falta ausência do pensamento utópico no mundo actual parece ser a razão principal pela qual a ideologia dominante conseguiu criar o presente contínuo em que vivemos, um presente no qual não há espaço possível para qualquer acto de imaginação que pretenda superar estes muros”,Julio Monteverde


“Estamos numa fábrica de neurastenias e, se este tempo tem uma verdade, é a de ninguém mais tolerar ninguém”, João Antônio

“Pai, pinta o mundo no meu corpo”.
(Canto indígena de Dakota do Sul)

 

atravessar o impasse – atacar a realidade

IV Jornadas da Soda Cáustica



(Programa abaixo)

Já não temos pressa nenhuma, apenas a urgência de sempre.
A sobrevivência é impossível há tanto tempo que só a vida – o nervo e a boca, o grito e o beijo – importa. Só o corpo pinta o mundo. Mundo e corpo sem reclusão, procurando o comum, a criação e a expansão do que é livre.

O nosso olhar não é um drone mapea-dor, mas chega para observar o mal-estar permanente que se instalou em todas as latitudes, transversal a diferentes culturas e classes sociais. Mal-estar tão catastrófico como os fenómenos naturais extremos que assolam a Terra, um pouco por toda a parte. Essa neurastenia global vem de par com uma perene vontade de mudança que tem estado na origem de levantamentos populares, do Brasil ao Gamonal, da Venezuela à Ucrânia, da Bósnia a Gezi passando por Atenas. Levantamentos profundamente sui generis e que reúnem forças e energias que se contradizem em encruzilhadas políticas de difícil previsão e actuação... No entanto, não é preciso ser pós-moderno (cruz credo!) para perceber que a canga autoritária capitalismo-parlamentarismo apenas serve à casta de amos e senhores, serviçais e políticos de carreira, e que o beco sem saída não mora só aqui, na nossa carteira, na nossa empregabilidade, no nosso quarto, nos nossos amigos, nos nossos vizinhos. O beco sem saída foi globalizado e está por todo o lado. Graças à realização total da utopia capitalista o desengonço é glocal. Ironia das dialécticas (alomórficas) da História, o culminar deste processo de materialização do projecto liberal e da utopia capitalista coincide com o estrondoso fracasso do capitalismo de rosto humano, pondo a nu que a lógica do mercantilismo é sempre canibal.
Quanto à espécie que nos acossa há alguns séculos, não entregamos a nossa face, fintamos o terror que a mega-máquina espalha com a tranquila impaciência de transformar o que é de todo@s, em lugares mais justos e poéticos. Dessa parafernália do Poder, nãolhe queremos o veneno, mas somos hostis à mentira do espírito do tempo e ao canibalismo como sistema de vida-morte da nomenklatura.

Por não haver solução não quer dizer que não haja problema, se nos permitem desconstruir o paradigma de Duchamp. Mas a premissa “não haver solução” é já um tirar desforço da ressaca dos vencidos da História. Por contraponto, remete ainda para a solução, o amanhã, a grande aurora. Perspectiva que não fez o luto do romantismo ideológico nem bateu em latas, nem rompeu aos saltos e aos pinotes. Não canta “é p'rá amanhã [?], bem podia ser para hoje”, como uma mais acertada variação... “Não há solução” é, o mais das vezes, desculpa esfarrapada, uma injunção que bebe dos resíduos tóxicos do tempoantropofágico e que justifica a eito o deixa-andar.
A alienação pode até converter-se em motivo de piada (somos bem-humorad@s) e de discórdia. É certo que podemos desligar-nos da realidade, podemos não querer nomear o que tem nome, por angústia, por fastio, por falta de genica, porque temos os nossos tarecos, o nosso drama em gente. Mas o que é a angústia, o fastio, a falta de genica e o nosso drama em gente senão (também) uma pena capital? Será a resposta de fuga ao beco a única possível, e a mais legítima? E depois, quem conquista, de facto, a sua pax, e porquê, com a estratégia da fuga? E que pax é essa, quando à volta tudo arde?
O pensamento selvagem será sempre mais criativo e imprevisível que o faz de conta que os muros não existem. As Jornadas, à sua maneira deslambida, amadora e em pândega geral, são também um apelo. (Isto não é um press release mas uma massagem real).

Sobre Portugal em particular, é um tema menor, porque as fronteiras a romper urgem por outra lonjura e os laços a criar devem invadir o que foge à conjura dos Estados-nação.
Ainda assim, continua o país cabisbaixo e tragicómico (se bem que com salitre, pão,poesia e dádiva). A esquerda tanto rebarba na vigília eterna do comité central como se pretende livrar do comunismo rupestre através do deserto Livre de ideias, num momento em que a sociedade já renunciou até ao kitsch da maniftite aguda, e quando o fascismo mata por engano no Meco.

Mas o imprevisível e luminoso sucedeu na macro-política portuguesa com o exemplo da luta dos estivadores. Congratulamo-nos com as vitórias concretas e históricas que puseram um travão exemplar à dinâmica geral do recente neo-roubo dos trabalhadores, também conhecido por políticas austeritárias. De repente, percebemos que se o sindicalismo em geral se auto-organizasse e resistisse da forma como fizeram os estivadores do porto de Lisboa – assente na democracia directa e na internacionalização da luta –, se abriria outra luz sobre a profundidade do que está em jogo, além de que o empresariato e o poder só sobreviveriam com o tráfico de Putines e Obamas.
Não menos luminescente, mas na sombra do anonimato da micro-política, é a actividade que une várias pessoas a diferentes campos da realidade e que já superaram tanto o complexo lusitano para o suicídio colectivo, quanto a administração da proletarização, como a Assembleia Popular de Algés (presente nas Jornadas), as redes participativas ligadas à ecologia ou o jornal Mapa, para citar apenas três exemplos.


A Soda Cáustica não passa de um fragmento de qualquer coisa que se pôs ao caminho. Continua sem saber aonde vai parar, sem controlar o seu devir. É atemática, porque ter um tema já seria um espartilhamento, um garrote. A realidade, não é de mais lembrar, não é um tema mas um campo de forças. Desgarrad@s e pantomineir@s desde o começo, mergulhamos a pique nesse campo de forças porque sabemos que a imaginação não conhece muros, e melhor do que isto não nos propomos fazer.
Façam o que fizerem do nosso lero-lero não ficamos a fazer beicinho, muito menos somos de azedar, “soda cáustica” é truque de marketing, é pós-punk-chula, não é por rufianismo, era o que mais faltava sermos o “sector esquerdo”, só não gostamos de tapar o sol com a peneira. Entrevadinhos da visão é que tenham lá santa paciência, passamos bem sem oftalmologista e quem não gosta não janta, mas fantasia e embromanço só nos leva a ver os outros a apanhar pantufada enquanto nos pomos ao fresco. Livrem-nos de chutar para canto, de queimar vidas para chegar aos descontos e desta queda lusitana (arre chiça!) para o banho-maria. Mas vir'ó-disco que está na horinha de voltar a página... porque há muita gente que já arregaçou as mangas e largou o fado (menos a Mísia, felizmente). É isso que importa. Múltiplos e necessários caminhos se abrem para alcançar o comum. Por aqui, já começámos a errar. Desancados e com algumas cáries porque a noite é funda e comprida. Mas vamos.
Atravessar a impotência é estarmos cada vez mais juntos. Desse nó, vai-se tecendo o comum. As Jornadas da Soda Cáustica podem e desejam isso. Voltamos, estamos. Nãoapareçam: venham e espanquem-nos com a vossa alegria e vontade de mudança.

a S o d a C á u s t i c a







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Programa  – MARÇO 2014


12 quarta-feira
21h30 - gato vadio

 

Enric Duran


da desobediência criadora à liberdade incondicional


(vídeos e conversa, apresentação por Evelyne Mussons e Júlio Vadio)


 

14 sexta-feira
20h - gato vadio

 

A mulher contra o poder patriarcal

Karmela Valverde (Colectivo Manzanares, Soria)
Sopa com Broeiros





21h30 – gato vadio

 

Assembleia Popular de Algés +

A luta dos estivadores – Apresentação, testemunhos e debate,
com António Mariano (Sindicato dos Estivadores)




 

















 








 

16 domingo

15h espaço compasso

A Cooperativa Integral Catalã no marco da Revolução Integral

Xavier Borrás

16h30 espaço compasso

Projecto EcoSol


17h espaço compasso

espaço devir


19h espaço compasso

Concerto: Projecto IIoIIIe


21h gato vadio

Os desertores da Guerra Colonial,

com Joëlle Ghazarian


Programa e organização: Soda Cáustica
Apoio e acolhimento: Gato Vadio e Espaço Compasso



 

 

13 quinta-feira
20h - gato vadio
 

Libertação das mulheres – Libertação das crianças


Karmela Valverde (Colectivo Manzanares, Soria)

Sopa do Povo sem Polvo



21h30 - gato vadio

&etc/Vítor Silva Tavares
Traficante de Sueños/Beatriz Garcia (Madrid)
Flauta de Luz/Júlio Henriques



 















 

15 sábado

15h - gato vadio
 

Os Media e a crise – Crítica e autodefesa

Rui Pereira
 

16h – espaço compasso

Activismo Agro-ecológico:

Rede Galega de Sementes – Auto-Organização Participativa com Edgar, Álvaro e Rafa
Grão, Agricultura Sustentável – Mais além do bio-business, com Bernardino Ramos


17h30 – espaço compasso

Terra Queimada: o problema dos incêndios em Portugal,

com João Torres

A Permacultura Urbana,

com José Teixeira



19h30  - gato vadio

Jantar-benefit

Cabalhau vegetariano sem vinaigrette franciú



21h30 gato vadio

Atravessar o Impasse – Atacar a realidade

Santiago Lopez Petit



meia-noite - gato vadio

Anamorfismo - performance

Joëlle Ghazarian e Nuno Pinto



 
















 

5 a 9 mar, Victor Serge, Trash Films - Plan 9..., debate sobre a Crimeia e Vergílio Melo

  70 anos do Musas

 
  O gato solidariza-se com colectivo irmão: Espaço Musas que celebra os seus 70 anos (coloca o logo do Musas e o cartaz da celebração....)


 Ver o Cartaz


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D E D O S apresenta Siga a linha e continua - exposição de arte


Desde quarta, 05 até Domingo, 09 de março a grande parede do Gato tem uma exposição de gravuras de laser em formatos vários do artista espanhol Dedos que veio de Granada (Andaluzia) ...

Saber mais

4ª feira

5 de março

21:30h

 

conversas para acção...


desta vez falamos de Victor Serge




Evento do Facebook

5ª feira

6 de março


21:30h 

 

D.Flagra apresenta Trash Films todas as quintas de março


Plan 9 From Outer Space

(1959) de Ed. Wood.


Extraterrestres ressuscitam humanos mortos para impedir que a humanidade construa uma Bomba (a Solaranite). (1h 19m)


Evento no Facebook




 

sexta

7 de março

21:30

 

 

Debate aberto sobre a situação explosiva na Crimeia.













 

sábado

8 de março

17:00h

 

Em Março, abrimos a porta à música erudita




Iniciamos as audições comentadas pelo musicólogo e compositor contemporâneo

 

Vergílio Melo.









 

domingo

9 de março

 

O Sol está prometido, o resto é garantido...