2 a 5 de maio / Cinema Espanhol, Amnistia Internacional, 33, As Armas e o Povo e Torre Bela

ATENÇÃO:
NOVO HORÁRIO DE PRIMAVERA
DE 5ª FEIRA A DOMINGO
DAS 17H ÀS 24H





Quinta, 02 de Maio
Aberto das 17:00 às 24:00h


Filme:  21:30h
 
CICLO DE CINEMA REVOLUCIONÁRIO ESPANHOL
A TORTILHA ÁKRATA


LA LENGUA DE LAS MARIPOSAS
de José Luis Cuerda, 1999. (95')
Numa vila rural da Galiza, em 1936, Moncho, um miúdo com uma grande sede de aprendizagem, começa, junto ao seu mestre Don Gregorio, de ideias republicanas, uma das viagens mais fascinantes: a viagem do conhecer o mundo e de se conhecer a si mesmo, através do fascínio perante os mistérios da natureza, do despertar dos sentidos e da descoberta da liberdade.
O estouro dos horrores da guerra civil espanhola começara a criar uma fenda entre ambos; mas mesmo assim, a vivência da própia liberdade e a aprendizagem da grandeza da vida que Moncho experimenta com Don Gregorio já não poderão ser esquecidas.




Sexta, 03 de Maio
 Aberto das 17:00 às 24:00h


Debate:  22:00h

Campanha da AMNISTIA INTERNACIONAL pelo Fim da Discriminação da Comunidade Roma na Europa
 

 
O grupo 6 do Porto da Amnistia Internacional vai realizar uma sessão debate na Livraria Café Bar Gato Vadio integrada na “Campanha da AMNISTIA INTERNACIONAL pelo Fim da Discriminação da Comunidade Roma na Europa”. A sessão será dinamizada pelo Dr. Luís Braga membro da Direcção nacional da Amnistia Internacional Portugal; profundo conhecedor das questões relacionada com a discriminação da população cigana em Portugal (comunidade Roma).
Luís Sottomaior Braga, nascido em 1972, no Funchal, membro da Direcção da Amnistia Internacional Portugal. É professor de História do Ensino Básico. Concluiu Cursos de Especialização em Gestão e Administração Escolar, em Politicas Públicas e Gestão Pública e o CADAP (Curso de Alta Direcção em Administração Pública) com especialização em Marketing Público. É ainda formador de professores, entre outras, na área da educação para a Cidadania e Direitos Humanos. Foi até Abril de 2013 Director do Agrupamento de Escolas de Darque (Viana do Castelo), território educativo de intervenção prioritária (TEIP). Activista da AI desde 1996 e coordenador do Grupo local 24 – Viana do Castelo. Participou antes nos órgãos da AI-Portugal como membro da Direcção (2006-2009) e Presidente do Conselho Fiscal (2000-2002). É o representante da Amnistia Internacional na Comissão pela Igualdade e Contra a Discriminação Racial. Foi durante largos anos dirigente voluntário de outras associações, nomeadamente, na área do Património cultural e de IPSS com lares de idosos e unidades de apoio à infância. Entre outras as suas áreas de interesse principais no âmbito do activismo em Direitos Humanos são a pena de morte, direitos da minoria cigana e educação.



 

Sábado, 04 de Maio
Aberto das 17:00 às 24:00h



Apresentação:   17:00h


APRESENTAÇÃO DO LIVRO
33
DE ALEXANDRA ANTUNES 

por A. Dasilva O.


33 é um livro que fala de duas pessoas. duas pessoas que são dois números olhando-se de frente. 33 é um livro que fala, sobretudo, da morte e da ressurreição dos textos e de alguns espelhos quebrados a meio do caminho. o caminho circular ou a porta que se abre para o lado inverso das coisas.







Filme:   21:30h


AS ARMAS E O POVO


Filme produzido pelo Sindicato dos Trabalhadores da Produção de Cinema e Televisão
1975
80 min.


Testemunho das emoções vividas entre o 25 de Abril e o 1 de Maio de 1974. Um documento captado por diversos cineastas, incluindo Glauber Rocha, que desembarcara há pouco em Portugal, para assistir aos primeiros dias da Revolução.




 

Domingo, 05 de Maio
Aberto das 17:00 às 24:00h



Filme:   18:00h


TORRE BELA

 

Thomas Harlan
1975
81 min.
Torre Bela, velha propriedade do Duque de Lafões, uma herdade do Ribatejo com dois mil hectares, a maior herdade murada de Portugal, é ocupada por trabalhadores agrícolas sem trabalho nem terra, que, num dos momentos quentes do PREC, decidem organizar-se em cooperativa. Com o apoio de revolucionários idealistas, de um líder carismático de perfil duvidoso e de «soldados do povo», querem fazer ouvir a sua voz e as suas razões. Todos vêem nessa ilegítima apropriação um legítimo modo de reabilitação social, que inclui a recuperação de trabalhadores alcoolizados. Agem de boa-fé e sentem estar a contribuir com a sua experiência para o processo revolucionário em curso.

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